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Becky Holman:Mutated Wheat for Breakfast?

Think about that the next time you treat yourself to your favorite breakfast cereal.

There’s still a debate in the nutrition community on whether wheat and wheat products are actually good for humans. The rise of celiac disease, a severe aversion to gluten, along with the common allergies to wheat in almost everyone tends to support deleting wheat from nutritious diets.

Even with the positive nutrients in wheat, one thing is certain: Most breakfast cereals are not good for you. The reason is the industrial processing that the wheat goes through to become your favorite cereal. Here’s how the “extrusion” process is explained by Sally Fallon Morell, M.A., in the March/April ’11 Well-Being Journal:

“Giant corporations take the grains from the farmer, paying a pittance for them, make them into a slurry and put them in a machine called an extruder. The grains are forced out of a tiny hole at high temperature and pressure, which shapes them into little o’s and flakes, or shreds them or puffs them. These are then subjected to sprays that give a coating of oil and sugar to seal off the cereal from the ravages of milk and to give it crunch.”

The extrusion process destroys much of the grains’ nutrients, including the fatty acids, and amino acids like lysine are damaged and mutated. In fact, Morell claims the process turns the proteins in grains into “neurotoxins.”

And listen to this: In the early ’60s researchers at the University of Michigan in Ann Arbor divided 18 rats into three groups: Group 1 got cornflakes and water, group 2 got the cardboard box the cornflakes came in and water, and group 3, the controls, got rat chow and water. The rats in group 3 remained in good health throughout the experiment, The rats eating the cardboard eventually died of malnutrition, but they lived longer than group 1, which was getting the cornflakes. Apparently there was more nutrition in the box than in the cereal inside it. Think about that the next time you treat yourself to your favorite breakfast cereal.

Source – ironmanmagazine.com

Os 9 hábitos das pessoas altamente saudáveis

Neste artigo do Professor Jonny Bowden, perito em nutrição e autor do livro Poliquin Manual for Nutrition, apresentamos os 9 hábitos das pessoas altamente saudáveis (original – aqui).

Vale a pena ler, reflectir e adaptar ao estilo de vida de cada um.

Bom fim-de-semana!

  1. Eat your vegetables. No kidding. And I’m talking at least 9 servings a day.. Unless you’re following the most stringent first stage of the Atkins Diet, you should be able to consume 60-120 grams of carbs a day (depending on your weight and exercise level), and you’d have to eat a stockyard full of spinach to get to that amount. Every major study of long-lived, healthy people shows that they eat a ton of plant foods. Nothing delivers antioxidants, fiber, flavonoids, indoles, and the entire pharmacopia of disease fighting phytochemicals like stuff that grows.
  2. Eat fish and/or take fish oil. The Omega-3’s found in cold-water fish like salmon deserve the title of “wellness molecule of the century”. They lower the risk of heart disease, they lower blood pressure, they improve mood and they’re good for the brain. And if you’re pregnant, they may make your kid smarter!
  3. Connect. And I’m not talking about the internet. In virtually every study of people who are healthy and happy into their 9th and 10th decade, social connections are one of the “prime movers” in their life. Whether church, family, volunteer work or community, finding something you care about that’s bigger than you that you can connect with and that involves other people (or animals) will extend your life, increase your energy, and make you happier. Only always.
  4. Get some sun. At least 10-15 minutes three times a week. Interestingly, a recent study of four places in the globe where people lived the longest and were the healthiest noted that all four places were in sunny climates. Sun improves your mood and boosts levels of cancer-fighting, performance-enhancing, bone-strengthening vitamin D, a vitamin most people don’t get nearly enough of.
  5. Sleep Well. If you’re low in energy, gaining weight, grumpy and looking haggard, guess what?- chances are you’re not sleeping nearly long enough nor well enough. By sleeping “well”, I mean uninterrupted sleep, in the dark, without the television on, in a relaxing environment. Nothing nourishes, replenishes and restarts the system like 7-9 hours sleep. Hint: start by going to bed an hour early. And if you’ve got a computer in the bedroom, banish it.
  6. Exercise every day. Forget this 20 minutes three times a week stuff. Long lived people are doing things like farm chores at 4:30 in the morning! Our Paleolithic ancestors traveled an average of 20 miles per day. Our bodies were designed to move on a regular basis. New studies show that merely 30 minutes a day of walking not only reduces the risk of most serious diseases, but can even grow new brain cells!
  7. Practice Gratitude. By making a list of things you’re grateful for, you focus the brain on positive energy. Gratitude is incompatable with anger and stress. Practice using your under-utilized “right brain” and spread some love. Focusing on what you’re grateful for- even for five minutes a day- has the added benefit of being one of the best stress-reduction techniques on the planet.
  8. Drink red wine or eat grapes. The resveratrol in dark grapes is being studied for its effect on extending life, which it seems to do for almost every species studied. (So does eating about 1/3 less food, by the way.) If you’ve got a problem with alcohol, you can get resveratrol from grapes, peanuts or supplements. (And if you’re a woman, and you choose the alcohol option, make sure you’re getting folic acid every day.)
  9. Get the sugar out. The number one enemy of vitality, health and longevity is not fat, it’s sugar. Sugar’s effect on hormones, moods, immunity, weight and possibly even cancer cells is enormous, and it’s all negative. To the extent that you can remove it from your diet, you will be adding years to your life and life to your years.

O Bom e o Mau…colesterol!

Colesterol

Sabe a diferença entre o bom colesterol (HDL) e o mau colesterol (LDL)? Então vamos lá…

O Colesterol é um álcool policíclico de cadeia longa, usualmente considerado um esteroide, encontrado nas membranas celulares e transportado no plasma sanguíneo de todos os animais e cujos elementos presentes na formula química são o carbono, o oxigénio e o hidrogénio. É mais abundante nos tecidos que mais sintetizam ou têm membranas densamente agrupadas em maior número, como o fígado, medula espinhal, cérebro e placas ateromatosas (nas artérias).

Tem um papel central em muitos processos bioquímicos, mas é mais conhecido pela associação existente entre doenças cardiovasculares e as diversas lipoproteínas que o transportam, e os altos níveis de colesterol no sangue (hipercolesterolemia).

Circula na corrente sanguínea através das lipoproteínas, neste caso a lipoproteína de alta densidade (HDL) e a lipoproteína de baixa densidade (LDL) cuja acção prática é :

  • lipoproteínas de alta densidade (High Density Lipoproteins ou HDL): acredita-se que são capazes de absorver os cristais de colesterol, que começam a ser depositados nas paredes arteriais/veias (retardando o processo arterosclerótico). Tem sido usado o termo “colesterol bom” para referir ao HDL, que se acredita que tem acções benéficas.
  • lipoproteínas de baixa densidade (Low Density Lipoproteins ou LDL): acredita-se que são a classe maléfica ao ser humano, por serem capazes de transportar o colesterol do fígado até as células de vários outros tecidos. Nos últimos anos, o termo (de certa forma impreciso) “colesterol mau” tem sido usado para referir-se ao LDL que, de acordo com a hipótese de Rudolf Virchow, acredita-se ter acções danosas (formação de placas arteroscleróticas nos vasos sanguíneos).

Assim sendo tenha atenção ao colesterol HDL (valor máximo recomendado não deve ultrapassar os 200 mg/dl) e promova um estlo de vida saudável de forma a potenciar o colesterol LDL!

Não consegue perder peso? Então leia isto…

Treino

Já perguntou por que razão está a ter mais dificuldade em perder peso do que um colega seu, quando ambos parecem estar a seguir o mesmo caminho? Por outro lado, há pessoas que por mais que comam parece que nunca engordam. Por que é que isto acontece?

A genética é claramente um factor que pode ajudar a responder a estas questões. Outro factor é a diferença de sexos. Quando os homens perdem peso, eles tendem a perder a gordura abdominal primeiro. Já as mulheres têm mais dificuldade a perder gordura abdominal. Para além destes, existem outros factores que também contribuem para o caso.

Quantidade de massa muscular

A massa muscular é directamente proporcional ao metabolismo, isto é, à quantidade de calorias queimadas. Indivíduos com maior massa muscular queimam mais calorias do que aqueles com menos massa, e podem perder peso mais facilmente quando controlam o consumo calórico. Por essa razão, se pretende optimizar o seu plano de emagrecimento inclua um treino de força na sua rotina, de maneira a construir massa muscular e a aumentar o metabolismo.

Isto também o ajudará a garantir que qualquer peso que perca será proveniente de perda de gordura e não de músculo. Lembre-se que o seu ritmo metabólico manter-se-á elevado mesmo depois de perder peso.

Pontos de partida diferentes

As pessoas com uma margem maior de peso a perder podem, inicialmente, experimentar uma perda de peso mais acentuada quando diminuem o seu consumo calórico e aumentam a sua actividade física. Isto acontece porque os seus hábitos diários frequentemente incluíam uma dieta rica em calorias.

Exemplificando, imagine que uma pessoa pesa 110kg e consome diariamente 3000 calorias ao dia. Se ela cortar 1200 calorias e gastar 300 calorias com exercício físico, pode facilmente perder 1kg numa semana. Por outro lado, imagine uma pessoa que pese inicialmente 60kg e consuma também 3000 calorias diárias. Se ela cortar as mesmas 1200 calorias e gastar as mesmas 300 calorias com exercício físico, ela apenas irá perder cerca de 0,4kg numa semana.

Atitudes diferentes

Os factores de comportamento também não podem ser ignorados. Algumas pessoas têm mais sucesso a perder peso porque conseguem aderir com maior facilidade a uma dieta pobre em calorias e têm mais força de vontade para praticar exercício físico.

No final de tudo, o que conta são as calorias. De maneira a perder peso, você tem de gastar mais calorias do que aquelas que consome. É necessário um défice calórico (de 10 a 20%, dependendo da constituição da pessoa e da sua frequência de treino) por semana para perder gordura.

Original : Blog Prozis

Soja para reduzir o colesterol?

Segundo a revista Performance, “Uma análise transversal de 57 estudos sobre a soja permitiu a uma equipa de investigadores americanos descobrir mais um dos benefícios deste alimento. Os dados vão ser apresentados no Sexto Simpósio Internacional sobre Soja e Prevenção das Doenças Crónicas, que decorre em Chicago.

Duas doses desta proteína diária crua parecem contribuir para reduzir os níveis de colesterol no sangue em cerca de 9 por cento. Quando submetida a altas temperaturas, a soja perde grande parte das suas qualidades – excepto no tofu, em que as proteínas já estão estabilizadas. É por isso que estes benefícios não se obtém através da ingestão de alimentos enriquecidos com soja, como cereais e barras.

“As proteínas da soja aumentam a actividade dos receptores de baixa densidade da lipoproteína, principalmente no fígado, que elimina o colesterol do corpo”, explicou o responsável pelo estudo. Que recomenda ainda a soja seca, em alimentos ou vitaminas, e uma ingestão com regras e a horas certas, tal como um medicamento.  

A soja tem vindo a revelar-se, para além de uma das fontes de proteína vegetal mais saudáveis, um alimento antioxidante, que ajuda a reduzir os riscos de doença cardíaca e a prevenir alguns tipos de cancro.”

Original – Aqui

Omega 3 – Ácidos Gordos Essenciais

Os ácidos gordos Omega 3, como o ácido alfa-linolênico, ácido eicosapentaenóico e o ácido docosahexanóico, são ácidos carboxílicos poliinsaturados, em que a dupla ligação está no terceiro carbono a partir da extremidade oposta à carboxila. São chamados de “essenciais” porque não podem ser sintetizados pelo corpo e devem ser consumidos sob a forma de gorduras.

A ingestão do Omega 3 auxilia na diminuição dos níveis de triglicerídeos e colesterol (LDL), enquanto pode favorecer o aumento do colestrol (HDL) [1]. Possui ainda importante papel em alergias e processos inflamatórios, pois são necessários para a formação das prostaglandinas inflamatórias, tromboxanos e leucotrienos

Os ácidos gordos polisaturados de cadeia longa como o Omega 3 previnem a doença cardiovascular e diminuí a incidência de colesterol. Outros estudos demonstram a sua eficácia no tratamento da depressão e mesmo de doentes oncológicos.

Adicionalmente existe estudos que comprovam a sua eficácia na redução de peso derivado ao seu efeito catalisador na gordura corporal.

As principais fontes de Omega 3 são os peixes de água fria (atum, salmão, cavala), o azeite e nos frutos oleoginosos como a amêndoa, noz ou castanha.

Erros na Dieta

Segundo a publicação Sport Life estes são alguns dos erros mais comuns que provocam um aumento desnecessário de calorias na dieta :

Os pratos cozinhados em casa são regra geral mais saudáveis e mais baixos em gordura e calorias que os alimentos pré-cozinhados. Pelo que se te quiseres manter saudável e magro, nada melhor que cozinhares tu mesmo… sem cometer estes erros:

. Não exageres no azeite. É muito saudável, mas também é muito alto em calorias. Os legumes salteados, os alimentos grelhados e as saladas não precisam de nadar em azeite para ficarem saborosas. Só precisam de um pouco. Compra uma garrafa de azeite com dosificador em spray (quando acabar podes enchê-la) e dosifica as quantidades tanto sobre os alimentos como sobre a caçarola.

. Controla a quantidade de açúcar. Os doces caseiros são muito mais saudáveis que os industriais, mas também são ricos em calorias. Se és muito guloso, podes utilizar edulcorantes artificiais… decepcionado pelo resultado final? Combina dois edulcorantes diferentes. Conseguirás mais doçura e um sabor mais natural.

. Não demasiada carne. Nada pode igualar o sabor de um bom bife, mas não deves exagerar. Um pedaço de carne (ou chouriço, morcela, etc.) pode ser mais que suficiente para dar sabor. Aprende a desfrutar de outros sabores. Nos legumes, na soja e tofu podes encontrar fontes de proteínas muito mais baixas em gorduras saturadas.

. O queijo, melhor magro. Cada vez há mais especialistas em nutrição adeptos do leite gordo ou meio-gordo, mas o caso dos queijos é diferente uma vez que contêm um valor elevado de gordura saturada.

Original – Aqui