Category Archives: Autores

Half-Hour Walk

Ideally, it would be easy to make sure we all got the exercise our bodies need every day, but in reality it can be difficult, what with competing demands and obligations at work and at home. If you’re looking for a way to get started making a positive change for your health, this visual lecture explains why the one small change you can make with the most impact is to walk for a half-hour every day.

Dr. Mike Evans, the lecturer, is founder of the Health Design Lab at the Li Ka Shing Knowledge Institute, an Associate Professor of Family Medicine and Public Health at the University of Toronto, and a staff physician at St. Michael’s Hospital. His video speaks for itself, but some of the most important highlights are the fact that even if you’re overweight or obese, the difference between being obese and getting no exercise and being obese and getting even some activity can be significant when it comes to reducing your risk factors for various illnesses. Plus, even some brief regular activity has been shown to reduce your risk for heart disease, diabetes, and hypertension, and has also been shown to alleviate symptoms of depression.

Best of all, starting with some regular activity, even if it’s a half-hour walk every day, can lead to more exercise that can help you progress towards other health and weight loss goals. Sciencebase points out that a half-hour walk is good, but once you’ve reached that goal, you definitely shouldn’t stop there. Ultimately, if you find a way to squeeze in a half-hour of activity when you currently get none, it gets easier from there. How do you make time to exercise? Share your suggestions in the comments below.

Source : lifehacker.com

2012 – Happy New Year

Happy New Year everybody! See you in 2012…more fresh, happy, motivated, fit and strong as ever!

KAI GREENE – I GOT A DREAM

Excellent motivational video compilation, after watching Kai Greene you’ll never consider failure as an option again…keep dreaming and keep believing!

12 Tips To Improve Your Chin Ups

Presented by Poliquin Performance’s Andre Benoit, this video tutorial shows you everything you need to know to improve your technique and optimize your strength gains with chin ups and pull ups.

Brought to you by Poliquin Institute

Mr Olympia 2011

…e o grande vencedor é…

…após uma luta renhida…

…após muitas apostas em contrário…

…e após anos de tentativas…

…e contra todos os que apostavam em Jay Cutler

Phil Heath!

 

Dados

Altura : 175 cm
Peso (Competição) : 110 kg
Peso (Off-Season) : 130 kg
Braço: 57 cm
Perna: 81 cm
Gémeo: 52 cm
Pescoço: 47 cm
Cintura: 74 cm
Peito: 140 cm

Diabetes Around the World – Infográfico

A diabetes é uma doença que afecta cada vez mais população no mundo (285 milhões de pessoas, para ser mais exacto). Para os curiosos, aqui fica um infográfico ilustrativo da dispersão da diabetes, com o título Diabetes Around the World.

++ Click to Enlarge Image ++
Diabetes Around the World | Infographic |
Image Source: ActosInjuryLawyers.com

 

Esperança Média de Vida ao longo da História

Um dos principais indicadores da evolução humana é a Esperança Média de Vida, nomeadamente a relação entre a mortalidade e o estilo de vida.

No quadro seguinte temos a Esperança Média de Vida ao longo da História e os principais factores condicionantes da mesma :

Em tempos pré-modernos a expectativa de vida não ultrapassava os 30 anos, principalmente derivado á elevada mortalidade infantil. Os que passavam essa barreira conseguiam facilmente chegar até aos 40 anos, não esquecendo a dieta seguida (100% orgânica) e a carga de exercício físico suportada (em média andavam 60 km por dia, não falando dos exercícios utilizando o peso natural dos elementos – pedras, animais, etc).

A mortalidade infantil decaíu após a Revolução Industrial, chegando ao século XX com uma Esperança Média de Vida próxima dos 50 anos (em países chamados desenvolvidos), até chegar aos actuais 78 anos.

E quais foram os principais factores que alteraram  o rumo?

  • Avanços na Medicina
  • Aumento da Riqueza

Em maior detalhe verifica-se que a esperança de vida está altamente relacionada com o nível de vida da população, assim como o acesso a cuidados médicos primários, justificando-se assim a prevalência de países em que o o rendimento per capita é superior :

Tendo em conta o mundo em que vivemos, temos a considerar :

  • O alastramento da obesidade em países desenvolvidos, com o aumento substancial de risco de mortalidade por doenças cardio-vasculares
  • A inadequação do programa  de exercício físico
  • A inexistência de exercício físico e a progressiva sedentarização
  • Dietas muito pobres em matéria orgânica e muito ricas em hidratos de carbono complexos, a par das gorduras transgênicas e dos alimentos genéticamente modificados

Mais tarde iremos falar de outro tema igualmente pertinente – o aumento da esperança média de vida vs qualidade de vida.

Original – Aqui

 

Exercício Cardiovascular e Perda de Gordura

Uma das questões que mais vezes sou confrontado é precisamente O exercício Cardiovascular é o mais eficiente para  a perda de Gordura?, ao qual a resposta será “Para a perda de gordura…não!

Deixo aqui 3 pistas para justificar a minha afirmação :

1) o exercício cardiovascular aumenta o stress oxidativo (sendo a oxidação o processo de formação dos radicais livres), e consequentemente promove o envelhecimento prematuro

2) o exercício cardiovascular aumenta a fatiga adrenal. Quando praticamos demasiado exercício aeróbio, as gândulas adrenais (que servem para regular uma vasta gama de processos em todo o corpo e têm duas partes distintas: o córtex (camada externa), que segrega as hormonas esteróides, e a medula (parte interna), que segrega adrenalina (epinefrina) e noradrenalina (norepinefrina)) são estimuladas ao ponto da descompensação, rompendo o seu delicado equilíbrio. Quando existe um desiquilíbrio das glândulas adrenais os sintomas são cansaço, medo, alergias, artirite, ansiedade, depressão, insónia, dificuldades na concentração e memória. E também – incapacidade de perder peso.

3) o exercício cardiovascular aumenta excessivamente o nível de cortisol, o qual é hiperglicemiante e aumenta a resistência à acção da insulina – dando origem ao aumento de reservas de gordura corporal particularmente na zona abdominal e visceral.  Os efeitos  hiperglicemiantes, lipolíticos e cetogénicos são notóris  quando a sua secreção está aumentada, por situações de stress marcado e prolongado sendo que nestas situações tem também marcadas acções catabólicas com depauperação da massa muscular. Em resumo o aumento exponencial do cortisol tem os seguintes efeitos (entre outros):

    • Diminuição da performance cognitiva
    • Supressão de funções vitais da tiróide
    • desiquilíbrio do nível de açucar no sangue (essencialmente hiperglicemia)
    • Diminuição da densidade óssea
    • Diminuição do tecido muscular
    • Aumento da pressão sanguínea
    • Diminuição da capacidade imunitária

    Não significa que o exercício cardiovascular não possa ter outros benefícios para a saúde, que os tem e são conhecidos. Trata-se fundamentalmente de uma questão de escolha do exercício correcto, executado na sua forma correcta e com o princípio da adaptação ao perfil individual do atleta.

    Renée Stephens – a comida e o descontrolo emocional

    A coach motivacional de perda de peso Renée Stephens fala sobre a comida e o descontrolo emocional (em inglês binge eating), descrevendo a partir da sua experiência pessoal as causas chave do problema e as estratégias para o ultrapassar.

    Sendo a obesidade um tema cada vez mais actual, é notória a sua relação com os factores emocionais (nomeadamente o stress e a ansiedade). A reabilitação (e suas estratégias) dos binge eaters é uma missão cada vez mais requisitada aos profissionais não só do fitness mas também do coaching e da psicologia.

    Vale a pena ver!

    Vídeo – Aqui

     

    Nutricao e o Peixe de Viveiro

    Até que ponto o peixe produzido em viveiro tem o mesmo valor nutritivo? Neste artigo TC Luoma refere o caso específico do salmão e das diferenças de concentração do DHA e EPA entre o salmão do Pacífico (natural) e o salmão do Atlântico (pode ser produzido em viveiro).

    “If you’re interested in your health, then you’re no doubt eating salmon, lots of it.

    Sure, you’re eating poached salmon for dinner, popping salmon kabobs in-between meals, even thinking about whipping it up in your blender with a couple of scoops of Metabolic Drive.

    I mean you’d have to be crazy not to, when you consider all those healthful omega-3 fatty acids that are just oozing out of that slab of delectably pink meat.

    Trouble is, you’re probably not really eating the type of salmon you think you are. You’re probably eating something that’s more closely related to a trout, one that’s been dyed to mask its unappetizing gray color. What’s more, that trout has been raised largely on a diet of grain, which negatively affects the amount and variety of omega-3 fatty acids in its meat.

    Sucker!

    Here’s the thing. There’s obviously a huge market for salmon, but the pesky Pacific salmon, of which there are a number of varieties, can’t be bred in captivity. As such, the season for catching Pacific salmon is pretty much relegated to the months of June and July.

    Practically all the Pacific salmon are caught those months, and what isn’t sold immediately is frozen or put into cans.

    Because they’re wild, they eat their nature-intended diet, develop their pink or reddish color naturally, and are chock-full of the healthful omega-3 fatty acids we humans covet.

    However, the Atlantic salmon – often referred to as “Scottish salmon” so you’ll think they’re wild and cuss a lot – can be bred in captivity. As a result, 99% of the salmon from the Atlantic Ocean are from fish farms where they’re fed a diet of fishmeal and grain.

    Because of this diet, the fish are naturally lower in omega-3 fatty acids, and what omega-3 fatty acids they contain will present as ALA, or alpha linolenic acid. Granted, the human body converts ALA to DHA and EPA (the essential fatty acids we prize), but the efficiency rate of this conversion is only between 2 and 15 percent.

    Another result of their unnatural diet is their color; the flesh has the grayish hue of old Jockey shorts.

    To remedy this fish farmers give the fish astaxanthin and canthaxanthin as artificial colorants. While astaxanthin can be extracted from shrimp flour, it’s generally synthetic. Astaxanthin is a potent antioxidant and often enhances the fish’s fertility and growth, but unfortunately canthaxanthin can accumulate in the human retina and have negative effects.

    Another problem posed by captive breeding is disease. Farm-raised Atlantic salmon are plagued by sea lice, tiny parasites that feed on skin, mucus, and blood. As such, fish farmers must resort to chemical remedies that are harmful to sea lice and apparently humans, too.

    In 2004, several warnings issued by European scientists advised people to only eat farmed Atlantic salmon every four months or so, lest their liver light up like a prop from the sequel to Tron. A subsequent study published in JAMA gave partial vindication to the beleaguered fish and said that the benefits (protein, reasonable amount of beneficial fatty acids) still outweigh the risks imposed by contaminants, but it still makes you wonder.

    So sure, eating “Scottish salmon” is probably better than eating fast-food hamburgers, but it’s not nearly as desirable a food as any of the varieties of Pacific salmon. Of course, you may not be able to readily find Pacific salmon – or afford it – but if you’re like me, you won’t want to harbor any illusions about what you’re eating.

    If you want to eat good, healthy salmon, I’d recommend stocking up on canned Pacific salmon and finding a good recipe for salmon patties.”

    Original – Aqui